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Summary & Insights
ls, lad germs. This is Tim Ferriss. Welcome to another episode of
w. This e is a brand new experiment called Meditation Monday. That
o my lo interviews each week, every Monday I will be bringing you a short
itation will help you for the rest of the week. Over this four-episode
lop a Z kit specifically to help you find greater calm, peace, and
ur dail The teacher, Henry Schuchman, has been on my podcast twice
f only ozen masters in the world authorized to teach what is called
ve foun particularly interesting and effective, and now he’ll be
been us ry’s app, The Way, once, often twice a day, and it has lowered my
though ble. As a listener of the show, you yourself can get 30 free sessions
pp.com im. So if you like what you hear in these meditations, which will be
themsel u can get 30 free sessions by going to thewayapp.com slash Tim.
ing, pl joy this Meditation Monday with Henry Schuchman.
meditat h me, Henry Schuchman. There are so many ways that meditation
are ton fferent techniques and methods and approaches, and all of them have
us. But same time, there is a meditative path that’s about doing less,
eployin hod or a technique, as simply about learning to kind of drop everything,
thing, be coming back to an intrinsic, peaceful well-being that we all have
nature e’re not very used to tapping into it on the whole.
ion, we ng to be exploring that and seeing if we can get a taste of it,
wonder tation as a kind of non-doing, or at least as a doing less.
a comfo seated position. I invite you to get your hands arranged where they
in the on the thighs. Get your body arranged comfortably. It’s fine to be
a chair f you’re not having your spine supported, then try to be balanced so your
ly over eat and ears over shoulders and shoulders over hips.
ng us i



Just le me.
itself.
always aiting for.

it and ill.
r, the , they already know it’s just one breath away.




t’s set need to do, a need to perform our meditation.
just l tative awareness come by itself.
close y s if you haven’t already closed them or lower the gaze if you prefer that.
awarene his moment of being still and of unplugging from the activities of your day.
espite, ge, a sort of oasis that you can come back to in yourself, in your very own experience.
‘s actu re waiting for all of us just by being still and being quiet
ystem p wn, letting our whole system go into a kind of idle, a restfulness, an ease.
when w h, unattach, from the to-do list, our agenda, our activities.
for us up again, no problem, after this little spell of quiet.
y, sens stillness, and just noticing,
quiet t resent?
uality own awareness?
tain re ss in your body as it’s invited into stillness?
rant yo a little window, a little pocket of time
e to do ng?
endors o nothing,
just fo tle bit?
, actua reset, to restore ourselves,
e we’re less.
en we c k to something a little more fundamental in who we are.
someth t we’ve been,
r, inne art of our being.
till he d of patiently waiting to be recognized.
of not


e movem o the feet and the toes,
ngers.
e, open es.
around e space that you’re in.
ch if t ls supportive and nice.

again ning me in this meditation.
ing to oring how to work with stress.

La meditación no siempre consiste en una práctica activa o una técnica enfocada; a veces, la calma más profunda surge de aprender simplemente a soltarlo todo y hacer menos. Esta sesión guiada con el maestro zen Henry Shukman presenta el concepto contraintuitivo de la meditación como una forma de “no hacer”, una invitación a dejar de esforzarse y, en cambio, reconectar con un bienestar intrínseco que existe por debajo de nuestras actividades cotidianas. La práctica se plantea como un oasis reparador, un respiro deliberado de agendas y listas de tareas donde el objetivo es dejar que el silencio y la conciencia afluyan por sí mismos, en sus propios términos.


La guía de Shukman es suave y poética, y utiliza un breve verso para marcar el tono: “Deja que llegue la quietud. No hagas nada. Simplemente deja que llegue”. La meditación en sí es una exploración sensorial de la quietud, que anima a los practicantes a notar el silencio ya presente, saborear la cualidad de su propia conciencia y sentir el descanso que invita la postura del cuerpo. Hace hincapié en crear un espacio protegido de tiempo donde no hacer nada no solo está permitido, sino respaldado como un reinicio vital.


Esta sesión forma parte del nuevo experimento “Meditation Monday” de Tim Ferriss, diseñado para ofrecer a los oyentes un conjunto de herramientas zen para lograr mayor calma y eficacia. Ferriss respalda el enfoque único de Shukman y comparte que el uso constante de su aplicación, The Way, redujo significativamente su propia ansiedad. La promesa general es que este camino de “hacer menos” nos permite volver a algo fundamental dentro de nosotros mismos: una parte paciente e íntima de nuestro ser que siempre está disponible cuando hacemos una pausa en nuestra actividad constante.


Ideas sorprendentes



  • La meditación puede plantearse como una práctica de “no hacer” o de “hacer menos”, lo que contradice la percepción común de ella como una técnica activa o un ejercicio mental.

  • El objetivo no es alcanzar un estado, sino “dejar que la conciencia meditativa llegue por sí sola”, lo que sugiere una receptividad pasiva en lugar de un esfuerzo activo.

  • Esta forma de práctica se describe como una manera de “apagar” todo el sistema, situando el descanso ocioso como un estado productivo y reparador, no perezoso.

  • La paz inherente que se busca se presenta no como algo que haya que construir o crear, sino como una condición preexistente que “espera ser reconocida” una vez que detenemos nuestras actividades habituales.


Aplicaciones prácticas



  • Permiso para no rendir: Deja activamente de lado la “necesidad de hacer” durante tu meditación. Enmarca la sesión como un momento en el que no hay ninguna tarea que cumplir, ni siquiera meditar correctamente.

  • Crea un respiro: Reserva una ventana breve y protegida de tiempo explícitamente destinada a no hacer nada. Suelta la agenda, sabiendo que la lista de tareas seguirá ahí cuando regreses.

  • Céntrate en la sensación: Dirige suavemente tu atención a la experiencia sensorial de la quietud: la sensación del cuerpo en reposo, el silencio ya presente en el espacio que te rodea, la simple cualidad de tu propia conciencia.

  • Usa una señal: Una frase breve y repetitiva o un poema (como “Deja que llegue la quietud. No hagas nada.”) puede servir como un ancla eficaz para llevar a la mente a un estado receptivo de no-hacer.


A meditação nem sempre gira em torno de uma prática ativa ou de uma técnica focada; às vezes, a calma mais profunda vem de aprender a simplesmente largar tudo e fazer menos. Esta sessão guiada com o mestre Zen Henry Shukman apresenta o conceito contraintuitivo da meditação como uma forma de “não fazer”, um convite para parar de desempenhar e, em vez disso, se reconectar com um bem-estar intrínseco que existe sob nossas atividades diárias. A prática é apresentada como um oásis restaurador, um descanso deliberado das agendas e listas de tarefas, em que o objetivo é deixar que o silêncio e a consciência surjam por conta própria.


A orientação de Shukman é suave e poética, usando um pequeno verso para definir o tom: “Deixe o silêncio chegar. Não faça nada. Apenas deixe que ele venha.” A meditação em si é uma exploração sensorial da quietude, incentivando os praticantes a perceber o silêncio já existente, saborear a qualidade da própria consciência e sentir o descanso proporcionado pela postura do corpo. Ela enfatiza a criação de um espaço protegido de tempo em que não fazer nada não é apenas permitido, mas incentivado como uma reinicialização vital.


Esta sessão faz parte do novo experimento “Meditation Monday”, de Tim Ferriss, concebido para oferecer aos ouvintes um conjunto de ferramentas Zen para alcançar maior calma e eficácia. Ferriss endossa a abordagem única de Shukman, compartilhando que o uso consistente de seu aplicativo, The Way, reduziu significativamente sua própria ansiedade. A promessa central é que esse caminho de “fazer menos” nos permite retornar a algo fundamental dentro de nós mesmos — uma parte paciente e mais íntima do nosso ser que está sempre disponível quando interrompemos nossa atividade constante.


Percepções Surpreendentes



  • A meditação pode ser entendida como uma prática de “não fazer” ou de “fazer menos”, o que contradiz a percepção comum de que ela seja uma técnica ativa ou um exercício mental.

  • O objetivo não é alcançar um estado, mas “deixar que a consciência meditativa venha por si só”, sugerindo uma receptividade passiva em vez de um esforço ativo.

  • Essa forma de prática é descrita como uma maneira de “desligar” todo o sistema, posicionando o repouso ocioso como um estado produtivo e restaurador, e não como preguiça.

  • A paz inerente buscada é apresentada não como algo a ser construído ou criado, mas como uma condição preexistente que está “à espera de ser reconhecida” quando interrompemos nossas atividades habituais.


Aplicações Práticas



  • Permissão para Não Desempenhar: Deixe de lado ativamente a “necessidade de fazer” durante sua meditação. Encare a sessão como um momento em que não há nenhuma tarefa a cumprir, nem mesmo meditar corretamente.

  • Crie um Respiro: Reserve uma janela curta e protegida de tempo explicitamente dedicada a não fazer nada. Abra mão da agenda, sabendo que a lista de tarefas estará lá quando você voltar.

  • Concentre-se nas Sensações: Direcione gentilmente sua atenção para a experiência sensorial da quietude — a sensação do corpo em repouso, o silêncio já presente no espaço ao seu redor, a qualidade simples da sua própria consciência.

  • Use um Gatilho: Uma frase curta e repetitiva ou um poema (como “Deixe o silêncio chegar. Não faça nada.”) pode servir como uma âncora eficaz para conduzir a mente a um estado receptivo de não fazer.


This episode is part of a series called Meditation Monday. The teacher, Henry Shukman, has been on my podcast twice before. He is one of only a few dozen masters in the world authorized to teach Sanbo Zen, and now, he’ll be your teacher.

In addition to my long-form interviews each week, every Monday I’ll bring you a short 10-minute or so meditation, which will help you for the rest of the week.

Over this four-episode series, you’ll develop a Zen toolkit to help you find greater calm, peace, and effectiveness in your daily life.

Henry’s app, The Way, has changed my life since I first started using it. Unlike other meditation apps, where you’re overwhelmed with a thousand choices, The Way is a clear step-by-step training program guided entirely by Henry. Through a logical progression, you’ll develop real skills that stick with you.

I’ve been using it daily, often twice a day, and it’s lowered my anxiety more than I thought possible.

As a listener of my podcast, you can get 30 free sessions by visiting https://thewayapp.com/tim and downloading the app.

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